Bartira Betini

Bartira Betini é jornalista formada pela Cásper Líbero em 1996 e passagens por veículos como TV Globo, Diario de São Paulo e Grupo Estado. É mãe da Sofia de 6 anos e desde a gravidez trabalha como repórter free lance escrevendo sobre educação, comportamento e variedades, entre outros temas. “Ser mãe é um universo único que me coloca em contato com situações inusitadas. Escrever sobre temas do dia a dia infantil é algo prazeroso porque aprendo com minha pequena e posso colocar em prática, ajudando outras pessoas”.

O que comer durante a gravidez?

Durante a gravidez, é muito importante consumir frutas, verduras e legumes, já que aumenta consideravelmente a necessidade do corpo por vitaminas e minerais. Uma alimentação adequada durante a gestação garante que esse período seja mais saudável, com ganho de peso adequado e sem carências nutricionais: “uma dica é variar o modo de preparo dos alimentos. Com as frutas, por exemplo, você pode fazer salada de frutas, sucos naturais, vitaminas e até usar algumas delas para dar um gostinho diferente nas saladas com folhas verdes”, sugere Marcela Shimamoto, nutricionista do Colégio Itatiaia, de São Paulo.

As cores dos vegetais são pigmentos que acusam a presença de vitaminas: “ou seja, consumir alimentos de diferentes cores, significa alimentar-se de diferentes vitaminas e minerais”, explica a nutricionista funcional Cinthia Leitão, pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional e diplomada pelo Institute for Functional Medicine (E.U.A) em Aplying Functional Medicine in Clinical Practice, que hoje atende no Rio de Janeiro. Ela dá algumas dicas de alimentos essenciais e suas propriedades:

– Couve – cor: verde – ferro e cálcio;
– Laranja – cor: laranja – vitamina C e betacaroteno;
– Banana – cor: branca – potássio;
– Ervilha – cor: marrom – fibra e proteína vegetal;
– Arroz Integral – carboidrato e fibras e complexo B.

“Como essa variedade alimentar é imprescindível para a formação de um novo ser, se a mãe tem muitas restrições alimentares e não atinge as metas de vitaminas e minerais, precisa ser suplementada por uma nutricionista”, explica Cinthia.

Uma boa alimentação na gravidez é sinônimo de criança interessada em coisas saudáveis. “Chamamos isso de programação metabólica. Ela defende que a saúde do indivíduo adulto pode ser reflexo das práticas alimentares das quais ele foi exposto durante sua vida intrauterina”, fala Cinthia.

“O desenvolvimento embrionário das vias metabólicas e hormonais podem ser influenciados pela alimentação materna, ou seja, o estado nutricional materno e a alimentação da mãe durante a gestação exercem papel decisivo sobre o metabolismo, composição corporal e fisiologia do bebê para sempre. Se a mãe tem um ganho excessivo de peso durante a gestação, pode ser prejudicial para a criança anos mais tarde”, explica a nutricionista Aline Tibúrcio, da Universidade Norte do Paraná (UNOPAR).

O mesmo acontece quando a mãe apresenta má alimentação, exposição a algumas substâncias e outras práticas inadequadas durante a gestação. “Isso pode interferir no desenvolvimento do bebê, predispondo-o futuramente na fase adulta a doenças como: obesidade, hipertensão arterial, diabetes, entre outras”, completa Aline.

vitor.romera@myagencia.com.br'

Bartira Betini

Bartira Betini é jornalista formada pela Cásper Líbero em 1996 e passagens por veículos como TV Globo, Diario de São Paulo e Grupo Estado. É mãe da Sofia de 6 anos e desde a gravidez trabalha como repórter free lance escrevendo sobre educação, comportamento e variedades, entre outros temas. “Ser mãe é um universo único que me coloca em contato com situações inusitadas. Escrever sobre temas do dia a dia infantil é algo prazeroso porque aprendo com minha pequena e posso colocar em prática, ajudando outras pessoas”.