Bartira Betini

Bartira Betini é jornalista formada pela Cásper Líbero em 1996 e passagens por veículos como TV Globo, Diario de São Paulo e Grupo Estado. É mãe da Sofia de 6 anos e desde a gravidez trabalha como repórter free lance escrevendo sobre educação, comportamento e variedades, entre outros temas. “Ser mãe é um universo único que me coloca em contato com situações inusitadas. Escrever sobre temas do dia a dia infantil é algo prazeroso porque aprendo com minha pequena e posso colocar em prática, ajudando outras pessoas”.

Hoje é Dia da Musicoterapia!

Hoje comemoramos o Dia da Musicoterapia, que é a utilização da música por meio de ritmo, melodia e harmonia, afim de facilitar e promover a comunicação, o aprendizado, a expressão, a organização, entre outras habilidades.

A música acalma ou anima. Excita, alegra e provoca reflexões. É um instrumento fundamental para trabalhar a área comportamental dentro do universo infantil. “É importante pontuar que, se queremos compreender os efeitos da música sobre as crianças, precisamos primeiro aprender a sentir a música e a prestar atenção em como ela mexe com a gente, com os nossos sentimentos e sensações”, diz Paulo Bira, produtor musical e autor das canções do trabalho infantil Brasileirinhos – Música para os Bichos do Brasil (volumes I e II).

Os ritmos devem estar presentes na educação infantil não só pelo canto e pela dança, mas também pelos jogos e brincadeiras tradicionais, como cirandas, maracatus e quadrilhas. Quando a música é associada às brincadeiras, ela entra na vida e no repertório da criança de uma maneira natural.

“Não se deve exigir dos pequenos uma “performance” musical. O foco principal deve ser estimular o “prazer em fazer”. É por meio das atividades de musicalização infantil que começamos a desenvolver os fundamentos musicais nas crianças, sempre de forma prazerosa e lúdica”, diz Robson Menezes de Almeida, músico e educador musical no Colégio Itatiaia.

No caso dos bebês, Robson recomenda que a mãe crie um vínculo musical cantando toda noite uma melodia a partir do quarto mês de gestação e que continue nos primeiros dias de vida, criando assim, uma relação musical com ele.

“Acredito que até a criança começar a andar é recomendável músicas mais suaves, não necessariamente calmantes. Eu coloquei muita música barroca para os meus filhos, principalmente Vivaldi, mas existem outras. Depois que começam a andar, já podem dançar e, quando começam a falar, a gente deve se preocupar com as letras das canções. Este é o momento de procurar música infantil (feita especificamente para eles)”, completa Bira.

De modo geral, a criança vai ouvir qualquer música que você apresentar a ela e vai gostar ou não. “Por isso, acho que o mais importante é termos nossa atenção voltada para que possamos compreendê-los, ensiná-los e aprender com eles”, conclui Bira.

vitor.romera@myagencia.com.br'

Bartira Betini

Bartira Betini é jornalista formada pela Cásper Líbero em 1996 e passagens por veículos como TV Globo, Diario de São Paulo e Grupo Estado. É mãe da Sofia de 6 anos e desde a gravidez trabalha como repórter free lance escrevendo sobre educação, comportamento e variedades, entre outros temas. “Ser mãe é um universo único que me coloca em contato com situações inusitadas. Escrever sobre temas do dia a dia infantil é algo prazeroso porque aprendo com minha pequena e posso colocar em prática, ajudando outras pessoas”.