Bartira Betini

Bartira Betini é jornalista formada pela Cásper Líbero em 1996 e passagens por veículos como TV Globo, Diario de São Paulo e Grupo Estado. É mãe da Sofia de 6 anos e desde a gravidez trabalha como repórter free lance escrevendo sobre educação, comportamento e variedades, entre outros temas. “Ser mãe é um universo único que me coloca em contato com situações inusitadas. Escrever sobre temas do dia a dia infantil é algo prazeroso porque aprendo com minha pequena e posso colocar em prática, ajudando outras pessoas”.

Dor de crescimento requer paciência e acompanhamento dos pais

Todo dia, dor nas pernas, nas coxas, principalmente, ou dor nas panturrilhas. Ela pode ser frequente ou a cada dois, três dias e aparentemente parece não ter uma causa. No consultório dos ortopedistas é comum chegar pacientes, com idade entre 3 e 6 anos, com queixas assim e relatando que essas dores acontecem principalmente à noite.

É uma dor difusa, frequente ou esporádica. “São características da chamada dor do crescimento”, explica o ortopedista Edilson Forlin, professor voluntário da Universidade Federal do Paraná, membro do corpo clínico e instrutor para pós-graduação do Hospital Pequeno Príncipe.

“Se essas queixas não vêm acompanhadas de manchas nas pernas, nem de inchaços, a criança não mancar e não estiver com limitação de atividade, os pais podem ficar tranquilos. Mas uma consulta com o ortopedista é fundamental para afastar suspeitas e tirar dúvidas”, aconselha o médico.

As causas do problema não são totalmente conhecidas. Alguns acreditam que se trata de um desequilíbrio no ritmo de crescimento dos ossos, tendões e músculos: um pode se desenvolver de forma mais acelerada que outro; quando se igualam, a dor para. Também pode haver dor por fadiga muscular.

Componentes emocionais podem fazer parte do quadro de dor. “A criança realmente sente dor. Não é manha. Mas os fatores psicológicos podem predispor a criança a sentir essa dor”. É o caso da entrada ou mudança de escola, ou mesmo o nascimento de um novo irmãozinho”, explica Forlin.

Normalmente não é necessário estabelecer um tratamento para essas dores. “Massagens e compressas quentes são indicadas para aliviar essas dores, assim como a prática de exercícios regulares”, diz Forlin.

 

 

vitor.romera@myagencia.com.br'

Bartira Betini

Bartira Betini é jornalista formada pela Cásper Líbero em 1996 e passagens por veículos como TV Globo, Diario de São Paulo e Grupo Estado. É mãe da Sofia de 6 anos e desde a gravidez trabalha como repórter free lance escrevendo sobre educação, comportamento e variedades, entre outros temas. “Ser mãe é um universo único que me coloca em contato com situações inusitadas. Escrever sobre temas do dia a dia infantil é algo prazeroso porque aprendo com minha pequena e posso colocar em prática, ajudando outras pessoas”.